Olhares Perdidos...








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  • Terça-feira, Dezembro 04, 2007







    Segunda-feira, Outubro 09, 2006



    Oi pessoal !

    O espaço de postagem neste Blog terminou,
    abri outro, agora estou aqui:


    www.olhares_perdidos.blogger.com.br


    Espero vocês lá! Beijos e FELIZ ANO NOVO PRA VC

    Meiga




    Domingo, Outubro 08, 2006





    Pega minha alma em branco
    E desenha suas cores
    Em zig-zags
    Coloca o seu cabelo preferido
    A sua boca desejada
    Aquela expressao que voce imagina
    e quer... em uma mulher
    Coloque no rosto
    Aquela pinta sensual
    Desenha minhas orelhas
    Enfeite-as com brincos
    Sombreie meus olhos
    Apaixone meu olhar
    E depois me amasse
    Em suas mãos ternas
    Como se eu fosse uma folha
    Caída da arvore
    A luz do luar....

    MARY FIORATTI



    Quinta-feira, Setembro 28, 2006





    A mente mais estável do mundo

    Uma ioguina indiana, Dadi Janki, de 86 anos, foi considerada pelo Instituto de Pesquisa Médica e Cientifica da Universidade de Texas, como a "mente mais estável do mundo", porque mesmo testada em situações tensas e perigosas, seu eletroencefalograma marcou a presença constante de ondas delta, as ondas mais positivas e lentas produzidas pela atividade cerebral.



    Ela recebeu da ONU o título, muito raro de ser concedido, de Guardiã do Planeta, por seu trabalho em prol de mentes mais livres e pacíficas.



    Quando lhe perguntaram, em sua visita a São Paulo, a receita de uma mente tão tranqüila e sem pesos, ela respondeu:



    - "Muito amor no coração por todos e nenhum apego por ninguém, tentar não prejudicar pessoa alguma minimamente e eliminar da mente qualquer pensamento negativo, fazendo um exercício diário e ter a certeza de que não estamos aqui à toa, mas para cumprir o destino da evolução. Que somos caminhantes, sem dependências ou estabilidades. Quem não percebe isso se torna escravo do desnecessário e polui a mente".





    Sexta-feira, Setembro 22, 2006







    Segunda-feira, Setembro 18, 2006





    "Aqueles que votarem pela segunda vez no maior farsante de toda
    história política brasileira, passarão de eleitores a cúmplices conscientes
    da lamentável desagregação ética e moral que assola o país".

    Carlos Vereza (ator)




    Domingo, Setembro 17, 2006





    "Há uma hora certa, no meio da noite, uma hora morta, em que a água dorme. Todas as águas dormem: no rio, na lagoa, no açude, no brejão, nos olhos d'água, nos grotões fundos E quem ficar acordado, na barranca, a noite inteira, há de ouvir a cachoeira parar a queda e o choro, que a água foi dormir... Águas claras, barrentas, sonolentas, todas vão cochilar. Dormem gotas, caudais, seivas das plantas, fios brancos, torrentes. O orvalho sonha nas placas da folhagem e adormece. Até a água fervida, nos copos de cabeceira dos agonizantes... Mas nem todas dormem, nessa hora de torpor líquido e inocente. Muitos hão de estar vigiando,e chorando, a noite toda, porque a água dos olhos nunca tem sono..."

    ( Sono das Águas - Guimarães Rosa)



    Terça-feira, Setembro 12, 2006







    Quinta-feira, Setembro 07, 2006





    HINO DA INDEPENDÊNCIA
    Letra: Evaristo da Veiga



    Já podeis da Pátria filhos,
    Ver contente a mãe gentil;
    Já raiou a liberdade
    No horizonte do Brasil
    Já raiou a liberdade,
    Já raiou a liberdade,
    No horizonte do Brasil.

    Brava gente brasileira!
    Longe vá temor servil
    Ou ficar a Pátria livre
    Ou morrer pelo Brasil;
    Ou ficar a Pátria livre,
    Ou morrer pelo Brasil.

    Os grilhões que nos forjava
    Da perfídia astuto ardil...
    Houve mão mais poderosa...
    Zombou deles o Brasil;
    Houve mão mais poderosa
    Houve mão mais poderosa
    Zombou deles o Brasil.

    Brava gente brasileira!
    Longe vá temor servil
    Ou ficar a Pátria livre
    Ou morrer pelo Brasil;
    Ou ficar a Pátria livre,
    Ou morrer pelo Brasil.

    Não temeis ímpias falanges
    Que apresentam face hostil;
    Vossos peitos, vossos braços
    São muralhas do Brasil;
    Vossos peitos, vossos braços
    Vossos peitos, vossos braços
    São muralhas do Brasil.

    Brava gente brasileira!
    Longe vá temor servil
    Ou ficar a Pátria livre
    Ou morrer pelo Brasil;
    Ou ficar a Pátria livre,
    Ou morrer pelo Brasil.

    Parabéns, ó! brasileiros!
    Já, com garbo varonil,
    Do universo entre as nações
    Resplandece a do Brasil
    Do universo entre as nações
    Do universo entre as nações
    Resplandece a do Brasil.

    Brava gente brasileira!
    Longe vá temor servil
    Ou ficar a Pátria livre
    Ou morrer pelo Brasil;
    Ou ficar a Pátria livre,
    Ou morrer pelo Brasil.

    Hino da Proclamação da República

    Liberdade! Liberdade!
    Abre as asas sobre nós
    Das lutas, na tempestade
    Dá que ouçamos tua voz.


    - Nós podemos juntar as forças e mudar esse Brasil.
    Acreditemos no sonho de uma sociedade cada vez melhor
    para se viver! Nosso voto fortalecerá a lutar cada vez mais por isso.
    Basta a gente querer.

    Meiga








    Quarta-feira, Setembro 06, 2006






    Sinto vergonha de mim por ter sido educadora
    de parte desse povo, por ter batalhado sempre
    pela justiça, por compactuar com a honestidade,
    por primar pela verdade e por ver este povo já
    chamado varonil enveredar pelo caminho da desonra.

    Sinto vergonha de mim por ter feito parte de
    uma era que lutou pela democracia, pela liberdade
    de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples
    e abominavelmente, a derrota das virtudes pelos
    vícios, a ausência da sensatez no julgamento da
    verdade, a negligência com a família,
    célula-mater da sociedade,a demasiada preocupação
    com o "eu" feliz a qualquer custo, buscando a tal
    "felicidade" em caminhos eivados de desrespeito
    para com o seu próximo.

    Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir,
    sem despejar meu verbo, a tantas desculpas
    ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta
    de humildade para reconhecer um erro cometido,
    a tantos "floreios" para justificar atos criminosos,
    a tanta relutância em esquecer a antiga posição
    de sempre "contestar", voltar atrás e mudar o futuro.

    Tenho vergonha de mim pois faço parte de um povo que
    não reconheço, enveredando por caminhos que não
    quero percorrer...Tenho vergonha da minha impotência,
    da minha falta de garra, das minhas desilusões e
    do meu cansaço.

    Não tenho para onde ir pois amo este meu chão,
    vibro ao ouvir meu Hino e jamais usei a minha
    Bandeira para enxugar o meu suor ou enrolar meu
    corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

    Ao lado da vergonha de mim, tenho tanta pena de ti,
    povo brasileiro!


    Autora :Cleide Canton

    Texto e imagem enviado por: Roselia Vinholy